quinta-feira, 24 de março de 2016
Estes esforços são
transversais a múltiplas disciplinas e sectores, e podem ajudar a acelerar os
progressos para a consecução geral dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS), dando igualmente um contributo para a melhoria de outras
áreas, como as da eliminação da pobreza, cobertura universal de saúde, saúde
materno-infantil, proteção social e a justiça.
segunda-feira, 21 de março de 2016
21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down
Dentre os 365 dias do ano, o “21/03” foi inteligentemente escolhido porque a Síndrome de Down é uma alteração genética no cromossomo “21”, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a síndrome, aparece com “3” exemplares (trissomia). A ideia surgiu na Down Syndrome Internacional, na pessoa do geneticista da Universidade de Genebra, Stylianos E. Antonorakis, e foi referendada pela Organização das Nações Unidas em seu calendário oficial.
Mais interessante ainda que a origem da data, é a sua razão de existir. Afinal, por que comemorar uma síndrome?!
Oficialmente estabelecida em 2006 e amplamente divulgada, essa data tem por finalidade dar visibilidade ao tema, reduzindo a origem do preconceito, que é a falta de informação correta. Em outras palavras, combater o “mito” que teima em transformar uma diferença num rótulo, numa sociedade cada vez mais sem tempo, sensibilidade ou paciência para o “diferente”.
A Síndrome de Down foi descoberta em 1862 pelo médico britânico John Langdon Down (que bem podia chamar-se John Up, pra colaborar…!), e apesar de ainda estarmos em situação muito distante da ideal, nesse intervalo de 153 anos muitos foram os avanços no âmbito da ciência e da sociedade, de forma especial nas últimas três décadas. Basta você observar com os casos da síndrome aparentemente “aumentaram”. Mas não. É que antigamente as crianças ou adultos com a síndrome pouco saíam de casa, infelizmente….
Por falar nisso, essa participação social é uma das questões que a celebração dessa data, já em sua 10ª edição, visa destacar: a Síndrome de Down não é uma doença, e não impede, de maneira nenhuma, que o indivíduo tenha uma vida social normal (se é que esse termo ainda faz algum sentido). E, nessa questão, já se emenda uma outra, igualmente importante: a inclusão. Felizmente, hoje em dia, isso é lei, mas muitas pessoas ainda desconhecem: criança com Síndrome de Down (ou qualquer outra dificuldade de aprendizado) tem que ser matriculada em escola regular. Isso mesmo, junto com todas as outras crianças. Essa convivência é extremamente saudável para todos, e a conduta mais eficiente para o aprendizado pedagógico – que se torna um pouco mais demorado devido àquele terceiro cromossomo, mas acontece.
Essa data visa chamar a atenção especialmente das pessoas pouco informadas sobre as capacidades das pessoas com a Síndrome de Down. Elas possuem tantas outras características quanto os demais seres humanos, ou seja, a síndrome não as define. É muito importante que todos saibam (outra tarefa do 21/03) que cada pessoa com síndrome de Down também tem gostos específicos, personalidade própria e individual, habilidades e vocações distintas entre si. Portanto, devem ser evitados os “rótulos” provocados por expressões do tipo “Ah, como ‘os Downs” são carinhosos!” ou “Eles são todos tão teimosos, não?!”… Em respeito à individualidade de qualquer ser humano, esse tipo de generalização não deve ser aplicada a nenhum grupo, nem a este, por melhor que seja a intenção de quem o faz.
Obviamente o diagnóstico genético carrega consigo algumas especificidades, como, por exemplo, a cardiopatia (problemas no coração), presente em aproximadamente 50% dos casos; às vezes problemas de audição e/ou visão; atraso no desenvolvimento intelectual e da fala, dentre alguns outros. Mas são questões pontuais e de saúde, a serem detectadas e tratadas medica e terapeuticamente, de maneira que não definem qualquer prognóstico, ou seja, ninguém jamais pode prever até onde pode chegar o desenvolvimento das pessoas com síndrome de Down – assim como das demais pessoas. Elas devem ser estimuladas a terem sonhos e projetos, crescerem, estudarem e trabalharem como qualquer ser humano, e têm todo o direito de lutar pela sua total autonomia, sem que sua condição genética represente qualquer tipo de barreira. Ou existe alguém que não possui limitações?!
Na verdade, toda convivência saudável entre amigos e familiares, colegas e sociedade, de maneira atenta a todo tipo de diversidade, é sempre muito enriquecedora. O mesmo acontece quando você tem a oportunidade de conviver com uma pessoa com a Síndrome de Down. Olhe para ela, e não para a síndrome, e você vai descobrir um ser humano tão incrível quanto você.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
23 de novembro dia da luta contra o câncer infanto juvenil!

CÂNCER INFANTO JUVENIL
Câncer é um termo usado para descrever um grupo de doenças, sendo que cada uma destas doenças tem nome, tratamentos e chances de curas específicas. Embora, cada tipo de câncer seja, de várias maneiras, diferente um do outro, todo câncer, qualquer que seja o nome ou a parte do corpo afetada, é uma doença relacionada às células do organismo.
Diariamente, nosso corpo produz milhões de novas células num processo de renovação natural. Ter câncer, significa que alguma célula sofreu uma alteração e partir daí passou a se multiplicar desordenadamente, produzindo outras células cujo funcionamento não é normal. Estas células “anormais” têm a capacidade de se espalharem e se alojarem em diversas partes do corpo.
Pouco se conhece sobre as causas do câncer, mas sabe-se que é uma doença não-contagiosa.
O Câncer Infanto juvenil pode ser curado?
O câncer na criança e no adolescente é raro e menos frequente, se comparado a incidência nos adultos. No entanto, o desenvolvimento da doença, geralmente, é mais rápido nas crianças. Por outro lado, o câncer infanto juvenil é muito sensível a certos tratamentos, como quimioterapia e radioterapia, o que pode aumentar as chances de cura. Atualmente, muitas crianças se curam em mais de 60% dos casos e outras sobrevivem por um grande período de tempo, pois com o tratamento adequado, a criança entra em uma remissão, isto é, não apresenta mais sintomas da doença.
Os melhores resultados são alcançados com maior frequência quando o tratamento é realizado em hospitais considerados “centros de referência”, através do trabalho conjunto de vários profissionais: oncologista pediatra, imunologista, endocrinologista, neurologista, radioterapeuta, cirurgião, psicólogo, dentista entre outros profissionais, o que constitui uma equipe multidisciplinar.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Novembro Azul
Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.
Não Fique de fora!!!
DIA MUNDIAL DO DIABETES
14/11/2013
O Dia Mundial do Diabetes, comemorado em 14 de novembro, foi instituído pela IDF (International Diabetes Federation) em 1991 como um meio de aumentar a atenção e a prevenção para o Diabetes. A data é comemorada em 181 países. Esta campanha mundial é representada por um símbolo, um círculo azul. O círculo simboliza a união e sua cor azul é a mesma da bandeira das Nações Unidas, a única entidade que conseguiu sensibilizar os governos de vários países sobre a importância de reverter a epidemia global de Diabetes.
Esta data é uma oportunidade de chamar atenção do público e de autoridades de saúde para os problemas desta grave doença em crescimento em todo o mundo. A previsão de 440 milhões de pessoas com Diabetes para o ano de 2025 exige a necessidade urgente de melhorar a conscientização sobre o problema e isto é possível através da educação. A educação é essencial na prevenção das complicações do Diabetes e ponto central da Campanha do Dia Mundial do Diabetes.
Sem a educação em diabetes, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões baseadas em informação, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, não estar equipado o suficiente para fazer um bom tratamento. O mau controle resulta em prejuízo para a saúde e em uma grande probabilidade de desenvolver complicações.
O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento como medir a glicemia diariamente, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. O suporte psicológico, muitas vezes se faz necessário. Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às suas necessidades e limitações e fornecidas por profissionais de saúde qualificados. É uma doença que, quando mal controlada, pode obrigar os pacientes a enfrentar uma vida com complicações já que é uma das maiores causas de cegueira, doença renal, doença cardiovascular, infarto e amputações.
A cada ano 4 milhões de pessoas morrem por Diabetes, mais da metade dessas mortes poderia ser prevenida pois a prevenção é simples e de custo efetivo. É importante lembrar os sinais do Diabetes mais comuns são: sede excessiva, perda de peso, cansaço, aumento da fome, urina frequente, falta de interesse e concentração, vômito e dor de estômago, formigamento nos pés e mãos, visão embaçada, infecções frequentes e cicatrização lenta.
Pessoas com má alimentação, obesas, sedentárias, hipertensas e que possuem antecedentes familiares de diabetes tem fator de risco aumentado para a doença. Estas devem realizar testes de glicemia, procurar seu médico para acompanhamento, praticar atividades físicas regulares e reduzir o peso. Atitudes como estas diminuem o risco de desenvolver Diabetes em até 40%.
Existem pessoas sabidamente diabéticas que não se cuidam e não sentem nada, mas é importante lembrar que os danos são silenciosos, ou seja, o comprometimento de órgãos diretamente afetados pelo Diabetes descontrolado ocorre lentamente ao longo dos anos, onde a perda de suas funções poderá ser sentida quando não há muito que fazer comprometendo significativamente a qualidade de vida.
Lembre-se: Um diagnóstico precoce salva vidas.






